terça-feira, 29 de Julho de 2014

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No dia 7 de Julho voltei ao trabalho. Depois de cinco meses que passaram mais depressa do que imaginava, o primeiro dia de trabalho chegou com alguma ansiedade. Deixei a minha bebé na minha mãe e saí de lá de casa com um apertozinho no coração. Sabia que estava bem entregue mas fica sempre aquela sensação estranha, não sei explicar. O dia até passou rapidamente, eram tantas as novidades lá na escola que quando dei conta já era hora de voltar a casa. 
A minha mãe estava nas nuvens, claro. Ficar com a primeira neta sempre foi o seu desejo e só tenho mesmo pena que ela não o possa continuar a fazer até mais tarde devido ao facto de estar a morar longe. Confesso que tenho receio de deixar a Carolina na creche mas agora não há outra solução... os meus sogros moram longe e teria de me levantar com as galinhas para a ir pôr aos avós paternos e estar no trabalho às nove da manha. Seria uma violência para ela e para mim também. Assim ficamos todos pertinho uns dos outros e quando as semanas de adaptação terminarem, com certeza será tudo mais fácil. 
Agora é tempo de aproveitar as férias, fazer alguma praia ao fim do dia e saborear um mês inteiro com ela na nossa companhia. Está linda, sorri muito, adora atenção e brincadeiras e continua uma bebé sossegada. 

segunda-feira, 28 de Julho de 2014

Cinco meses e meio


Isto de ser mãe traz dúvidas umas atrás das outras. Se no outro dia dizia que só lhe ira dar papa aos seis meses pois hoje já não digo o mesmo. 
A pequena começou a acordar mais vezes à noite e a mamar com menos tempo de intervalo. Estranhei. Andou assim três dias e não havia maneira dos sonos regularem novamente até que... plim! Lembrei-me que poderia ser algo tão simples como ela estar com mais fome. Dizem que perto dos seis meses há um novo pico de crescimento e talvez fosse isso.
Dei-lhe a papa de tarde e apesar de ser uma novidade, comeu como se nada fosse. Nessa mesma noite, dormiu bem. No dia seguinte a mesma coisa e hoje também. Para além da sopa com carne, já estava a precisar de papa à tarde para passar melhor a noite. O leite materno ainda é a última refeição antes de dormir, a primeira ao acordar e ali, a meio da tarde, também lho dou. Tenciono amamentar até ela querer e eu conseguir. Ando aqui, de bomba elétrica atrás, a tirar leite sempre que posso para congelar. Não me custa, não dói, nem é incomodativo. A parte mais chata é sentir o peito quase a rebentar à hora de almoço e à tarde e, se me descuidar, começar a escorrer leite. O congelador já tem uma das gavetas ocupadas com copinhos cheios de leite e espero que a produção continue a este ritmo; é bom sinal!

28/31 - A última vez que chorei

Sexta-feira.

sábado, 26 de Julho de 2014

quinta-feira, 24 de Julho de 2014

24/31 - Uma época difícil na minha vida

Ui... Talvez o ano em que o meu pai descobriu que tinha um tumor num rim. Os três primeiros meses desse ano foram terríveis.

[sim, agora está tudo bem  :) ]

quarta-feira, 23 de Julho de 2014